Nunca se sabe quando poderá acontecer, ou se já aconteceu. Nunca se sabe se é efémero ou se simplesmente não o é. Nunca se sabe se é verdadeiro, ou se não passa de uma boa interpretação. Nunca se sabe se provoca sorrisos, ou se só sabe fazer doer.
É, nunca se sabe nada, nunca ninguém o viu, mas todos o sentem; e quando falo de todos refiro-me a todas as pessoas com sensibilidade e abertas ao amor (e à dor que ele pode trazer), a todos os que celebram o amor como quem celebra a vida, e às vezes se vêem magoados por o fazer.
Este é o amor, na mais pura acepção que a palavra pode ter, vista por todas as vertentes, avaliado imparcialmente.
Eu, adolescente e 16 anos, posso-me dizer amada, posso dizer que, não só amo, como sei amar. Porque nada fica por dar nem nada fica por dizer, sei que dou o meu melhor e que não há medo em mostrar o meu pior. Já sofri, e tenho ainda muito pela frente, se for a amar como amo agora.
Se eu amar como amo neste preciso segundo, tudo parecerá fácil; se for amada como sou neste preciso segundo, nada será impossível aos meus olhos. O amor tudo pode, tudo consegue.
Eu amo, eu confio, eu dou, eu abdico, eu sacrifico, eu vejo (...), tudo verbos que outrora se tinham tornado tristes, mas agora revigoraram-se e restituíram o seu valor (ENORME) perante mim.
"Uma PALAVRA é como a nota que procura outras para um acorde perfeito."
(Eugénio de Andrade).
Este blogue da turma I do 10º da Escola Secundária de Barcelos, criado no âmbito das disciplinas de Português e Literatura Portuguesa, pretende ser o reflexo dessa procura e o espelho dum "acorde perfeito", um espaço onde se partilham imagens, músicas, vídeos, opiniões, reflexões, pensamentos, TEXTOS...
Inês in love. So deeeeeeeeeeeeeeeep in love.
ResponderEliminarMuito bom, para variar amiga :)