quarta-feira, 23 de março de 2011

Nunca se sabe

Nunca se sabe quando poderá acontecer, ou se já aconteceu. Nunca se sabe se é efémero ou se simplesmente não o é. Nunca se sabe se é verdadeiro, ou se não passa de uma boa interpretação. Nunca se sabe se provoca sorrisos, ou se só sabe fazer doer.
É, nunca se sabe nada, nunca ninguém o viu, mas todos o sentem; e quando falo de todos refiro-me a todas as pessoas com sensibilidade e abertas ao amor (e à dor que ele pode trazer), a todos os que celebram o amor como quem celebra a vida, e às vezes se vêem magoados por o fazer.
Este é o amor, na mais pura acepção que a palavra pode ter, vista por todas as vertentes, avaliado imparcialmente.
Eu, adolescente e 16 anos, posso-me dizer amada, posso dizer que, não só amo, como sei amar. Porque nada fica por dar nem nada fica por dizer, sei que dou o meu melhor e que não há medo em mostrar o meu pior. Já sofri, e tenho ainda muito pela frente, se for a amar como amo agora.
Se eu amar como amo neste preciso segundo, tudo parecerá fácil; se for amada como sou neste preciso segundo, nada será impossível aos meus olhos. O amor tudo pode, tudo consegue.
Eu amo, eu confio, eu dou, eu abdico, eu sacrifico, eu vejo (...), tudo verbos que outrora se tinham tornado tristes, mas agora revigoraram-se e restituíram o seu valor (ENORME) perante mim.

1 comentário:

  1. Inês in love. So deeeeeeeeeeeeeeeep in love.
    Muito bom, para variar amiga :)

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