Estamos numa idade complicada, é esta a altura dos amores e desamores, das mais loucas paixões e das mais profundas desilusões.
Pois é, é agora que idealizamos o homem perfeito, com tudo o que achamos que ele deve ter, que age conforme pensamos que vai agir, que é alto, sedutor e (normalmente) de olhos verdes; que nos vai dar flores, apresentar aos amigos e 'pintar' de nós um belo quadro perante a família.
Nestas idades conhecemos montes de rapazes, fazemos juras de amor eterno e prometemos nunca mudar.
À primeira desilusão pensamos que somos fortes e que o rapaz não nos merece, então procuramos por aquele que achamos perfeito e que por fora até pode ser similar ao anterior. Mais uma desilusão e achamos que o problema é nosso, que não demos o suficiente de nós, ou se calhar até demos demais. A nossa auto-estima baixa e entramos num clima melancólico e depressivo, e aí ficamos por uns meses. Preparamo-nos para um novo 'ataque', somos outra vez lindas e confiantes e, de repente alguém inesperado aparece. Pouco tem em comum com os anteriores, é o oposto de nós, mas é assim que nos cativa. É diferente da ideia de 'homem perfeito' que tínhamos na cabeça, avassala positivamente todas as conquistas e desilusões que por nós passaram, e por muito diferente que seja de nós, faz-nos ceder. Então as pernas tremem, o coração acelera, o estômago aperta. Tudo por alguém inesperado, por alguém que à partida não seria o nosso homem de sonho, que é diferente de tudo o que conhecemos e incapaz de desiludir. Afinal, nem todos os homens são iguais...
É verdade minha amiga. Depois de tantas quedas, tudo aquilo que nos faz abrir os olhos parece encaixar! Gosto bastante deste texto já que o li em voz alta ontem à tarde, e deixo aqui escrito que desta vez, o homem é para 'valer' :)
ResponderEliminarEstarei sempre aqui!!!