
Uma folha caía no chão.
Uma onda batia no porão.
Uma ave pousava sobre a minha mão.
Uma rajada roubava a terra.
Um caminho desbotava a serra.
Um grito anunciava a guerra.
Uma mão semeava o filho.
Uma luz secava o milho.
Uma criança saboreava o sarilho.
Uma bala penetrava a animação.
Uma canção soava a modulação.
Uma boca provava a perdição.
Um vida sobre o meu olhar...
bom trabalho marta(: esta lindo
ResponderEliminarObrigada minha amiga! Sabes o quanto és importante para mim e o incentivo que me dás. És a minha confidente, a minha parceira para tudo o que vier. És muito significativa!
ResponderEliminarForça! Sabes que és GIGANTE!
ResponderEliminarExcelente poema Marta, tantas coisas nesse poema que nos fazem pensar...
ResponderEliminarMais um trabalho onde se reflecte o teu talento. PARABÉNS AMIGA!
ResponderEliminarMuito obrigada David. Sinceramente, senti-me bem a escrevê-lo... Foi como o desabafar.
ResponderEliminarHÉLIA, minha Doroteiazinha, obrigada mesmo MUITO. ÉS FANTÁSTICA, simplesmente MARAVILHOSA!!