domingo, 30 de janeiro de 2011

Coldplay - A Message


Era aquela altura.
O silêncio bruto da cidade acalmava-me,
As luzes tinham sido apagadas.
Era somente eu e o silêncio.

Sentei-me num degrau bem próximo,
Escondi a cabeça naquele escuro agradável...

De momento, sorri.
Porquê? Não sei.
Senti uma cócega afável junto do meu corpo.
Uma caricia sentida ao de leve...

Cheguei ao sentido de que era aquilo que precisava,
Uma caricia,
E percebi de onde vinha...
Vinha das estrelas que brilhavam lá no alto...

5 comentários:

  1. Gostei. Quando leio muitos dos teus poemas apercebo-me que há um lado duro que insistes em transmitir mas que no fundo, é tão sensível quanto todos os outros corações humanos... Ou a maior parte deles. Continua Ricardo!

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  2. sim hélia. Mas sabes, eu gosto de escrever os meus poemas, do modo que gosto de declama-los...e escrevo desta maneira porque é da maneira que mais gosto, mas tenho tendencia a buscar palavras mais escuras ou ambientes mais profundos...
    E obrigada!

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  3. Acredita, fazem-me sentir compreendida. De nada :)

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  4. É tão bom ter-te de novo por cá e os teus poemas são fabulosos...Força jovem!

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  5. Devias clamar mais a tua "capa mole", a tua doçura e bondade e descolorir de forma ténue essa "capa dura", obscura em quem tanto procuras conforto mas não te acomodas. Está lindo e declamado por ti seria ainda mais belo!

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