Agora percebo o que é que o meu mister quis dizer com uma hipótese de duas de viver a vida em relação à opinião pública: Ou fazemos o que queremos porque o devemos a nós próprios e ignoramos quaisquer opiniões alheias ao nosso objectivo, ou então deixamos de fazer o que queremos tendo cuidado com todas as nossas decisões para evitar comentários de quem nada deveria ter a ver com a nossa vida.
Às vezes sinto que escolhi a primeira opção, tentando sempre expressar-me e escolher aquilo que me parece mais correcto. No entanto, é tão difícil ignorar os comentários desnecessários, principalmente quando nada têm a ver com a realidade da situação, que apetece-me escolher a segunda. Se optasse pela segunda hipótese, a vida deixaria de ser minha, seria dos outros. Seria seguida pelos valores dos outros, pelo que os outros consideram certo e justo.
Fico então sem resposta. No meio de uma sociedade adolescente que tem de argumentar tudo e todos, por entre uma instabilidade incrível que se pode viver em casa, eu fico sem saber o que, então, é melhor para mim. Ou arranjo força e sigo o meu caminho, ou então deixo de ter vida. O problema é que, na escola, não nos ensinam a fazer este tipo de escolhas. Em casa, nem sempre percebemos qual é o caminho a escolher, pois a minha mãe, pelo menos, já chegou a pôr-me de castigo só porque as amiguinhas - no sentido mais falso da palavra - tinham uma opinião ABSURDA sobre mim!
O meu problema não é saber o que é melhor para mim: É saber se está certo eu lutar por isso, com isto tudo a condicionar-me a vida.
Se me é permitido um conselho : sê sempre tu própria, age naturalmente em função daquilo que pensas ser o correcto . Se não prejudicares os outros ... Pouco importa o que os outros vão pensar , porque estarás de bem com a tua consciência e viverás sempre FELIZ ... Não é isso o que mais importa ?
ResponderEliminarClaro, o objectivo é e sempre será esse. Obrigada!
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