Foi no barco da saudade que me encontrei... e quando lá cheguei senti que perdi, perdi pessoas e momentos!
Dei valor a coisas que não costumava dar, no barco vi situações que outrora desprezei, senti aquilo que tanto tinha temor de sentir, SAUDADE!
Saudade de pequenas gargalhadas, de grandes choros, de simples abraços e do beijo sentido, de todos os cumprimentos matinais…
Depois de descobrir o amplo barco, apareceram pequenos cristais mágicos que encharcavam a minha folha, foi aí que peguei no remo e naveguei violentamente através de todas as memórias.
No fim cheguei ao porto, o barco parou, a saudade acalmou, os cristais secaram e o sorriso apareceu! Pois agora desejo caminhar, o meu percurso marítimo causou impacto, percebi que tudo tem seu tempo, e agora é hora de caminhar, derrubar novos obstáculos e pisar chão firme!
Embora pequeno (porque um texto desta natureza tinha muito para desenvolver e o blogue não permite tanta extensão), transmite através de uma metáfora (perdoem-me se estou errada nestas figuras de estilo) tudo o que vamos pensando e percebendo em diversas fases das nossas vidas. Obrigada por partilhares, gostei muito porque sentes isto como eu e isso é extremamente mágico.
ResponderEliminarNostalgia é uma palavra que me causa realmente medo. Fico aterrorizada, com pele de galinha mesmo. Dói bastante, sentimos que nos falta uma parte, cuja é essencial para o nosso brilho, para a nossa força.
ResponderEliminarPercorremos caminhos longos e irregulares à procura dessa parte que falta para nos completar mas parece que nunca a vamos encontrar. Ganhamos calos, magoamos o nosso corpo, que já estava ferido, e choramos até que não haja mais lágrimas para brotar. Esgotamos a força, tudo acaba por ser escasso.
Tentamos pensar mas qual racionalidade irá restar? Pouca, muito pouca. E navegamos por entre a multidão de coisas (sim, coisas) pois nada tem valor para além dessa parte. E quando a encontramos, se a encontramos, percebemos que tudo valeu a pena, que não se esgotou a força pois havia essa peça no mundo que nos puxava até ela.
Sim, a nostalgia assusta-me muito mais do que a morte. Porque enquanto vivo procuro por ti, puxas-me ao teu encontro e sei que se o meu coração continuar a bater eu ainda tenho forças para te reencontrar. Só morta é que poderei desistir!
Deverias publicar isso Marta (;
ResponderEliminarVou fazer isso1 Obrigada.
ResponderEliminar*!
ResponderEliminarMarta, o post sobre a nostalgia? Como é? :o
ResponderEliminarJÁ VOU POSTAR AGORA!
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