
Nostalgia é uma palavra que me causa realmente medo. Fico aterrorizada, com pele de galinha mesmo. Dói bastante, sentimos que nos falta uma parte, cuja é essencial para o nosso brilho, para a nossa força.
Percorremos caminhos longos e irregulares à procura dessa parte que falta para nos completar mas parece que nunca a vamos encontrar. Ganhamos calos, magoamos o nosso corpo, que já estava ferido, e choramos até que não haja mais lágrimas para brotar. Esgotamos a força, tudo acaba por ser escasso.
Tentamos pensar mas qual racionalidade irá restar? Pouca, muito pouca. E navegamos por entre a multidão de coisas (sim, coisas) pois nada tem valor para além dessa parte. E quando a encontramos, se a encontramos, percebemos que tudo valeu a pena, que não se esgotou a força pois havia essa peça no mundo que nos puxava até ela.
Sim, a nostalgia assusta-me muito mais do que a morte. Porque enquanto vivo procuro por ti, puxas-me ao teu encontro e sei que se o meu coração continuar a bater eu ainda tenho forças para te reencontrar. Só morta é que poderei desistir!
[A pedido de umas humanas queridas].
está simplesmente PERFEITO!
ResponderEliminarOBRIGADA QUERIDA! Supostamente era um comentário!!
ResponderEliminarque se converteu num post lindo!
ResponderEliminarOh que querida Inês! Obrigada outra vez!!
ResponderEliminarA pedido especial da Tininha, minha gente. Continua Marta, já sabes!
ResponderEliminarAHAHAHAH, sim fui eu!! (:
ResponderEliminarAinda bem que o transformaste em post, está realmente bonito.
Muito obrigada Cátia!
ResponderEliminarNão lhe chames isso que ela não gosta hahahaha
ResponderEliminarVindo de mim gosta Inês!
ResponderEliminarOu não . O nome continua a ser feio!
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